Quem Somos

Nosso diferencial há mais de 15 anos é a forma de contabilizar o tempo e a expressão "hora-vento", criada pelo professor Josué Victor. Isso significa que só será contabilizado como hora de curso, ou de vivência com o kite, o tempo em que o kite estiver voando, com o kitesurfista na água, praticando. Caso não tenha vento suficiente para a prática do kitesurf, esse tempo não contará nas horas aula cobradas.

Sabemos que no lago Paranoá, os ventos predominantes são rajados e instáveis, tanto no que diz respeito à sua força, quanto ao seu sentido! Ocorrem também ventos térmicos, que devemos ficar atentos para identificá-los, já que estes são ainda mais instáveis e podem ser perigosos, principalmente para quem ainda está aprendendo.

Entretanto, sua vivência nestas condições consideradas mais difíceis, irá ajudar você a desenvolver uma técnica aprimorada, diferenciando-se daquelas pessoas  que aprenderam no mar, com ventos constantes. 

lago josuka

As pessoas que aprendem em Brasília, normalmente quando chegam no litoral, acham tudo muito fácil, pois elas foram treinadas e estão acostumadas com condições mais difíceis!

Somos conhecidos pelo Brasil afora como bons velejadores, pois aprendemos na prática, a identificar as rajadas na água, o que ajuda no nosso desenvolvimento e segurança!

Velejamos também com os ventos de chuva, mas fique de olhos bem abertos, pois estes podem ser extremamente perigosos! Sua capacidade de avaliação do perigo pode ser afetada devido à pouca experiência e você corre o risco de se machucar!

Apenas com o acompanhamento do seu instrutor você poderá aventurar-se nesses ventos, pois faz-se necessária uma certa bagagem para identificar a força das rajadas, de acordo com a cor que a água fica, quando o vento sopra em sua superfície. Você aprenderá com o seu instrutor a identificá-la!

Quando o kitesurfista ainda não consegue interpretetar a cor da rajada na água, sentirá toda a força do vento no kite, arrastando o mesmo com muita potência, proporcionando um velejo desconfortável para o praticante. Além de aumentar os riscos de um acidente durante o velejo. Por isso, é fundamental aguardar a cabeça de vento (a primeira rajada de vento)  tocar na nossa pele, e só depois então, podemos configurar o kite ideal para o momento!

lago josuka2

No mar, os ventos de chuva são perigosos, pois o velejador já está dentro do spot velejando, ao contrário do nosso caso, que aguardamos a cabeça de vento na terra!

Lembre-se sempre que ao ver as nuvens mais escuras aproximando-se no horizonte, devemos sair imediatamente, pois a força do vento pode quadruplicar!

Apenas com a vivência poderemos aprender a velejar “over”(usar um kite muito grande para uma determinada força do vento), tendo assim uma área vélica maior para aquela força de vento.

 Lembre-se : muito vento, kite pequeno, pouco vento, kite grande, boas aulas bons amigos !

jouse e amigos2

Nos 15 anos de experiência ministrando aulas no mesmo lugar (península dos ministros), não temos nenhuma dúvida que os kites foils (que são mais leves) tem muito mais força, e portanto, são ideais para as nossas condições de vento em Brasília.

Entretanto, trabalhamos com todos os tipos de kite do mercado: kites infláveis, híbridos, bowls, kite C, etc. Converse com seu instrutor sobre qual seria o kite ideal para o seu caso! 

No local das aulas, na QL 12 do Lago Sul, na Península dos Ministros, temos um caminho que vai margeando a beira do lago, (aproximadamente 2 km).

Nas primeiras horas de velejo com o kite, quase sempre você estará acompanhando a direção do vento, ou seja, velejando a favor do vento. Isso ocorre apenas enquanto você não aprende a orçar, que no seu significado maior seria : permanecer no mesmo ponto, ou linha imaginária, no local de entrada na água, ou subir contra o vento em zigue-zague!

 

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